"Olha-me nos meus olhos.... Diz-me o que realmente vês. Dor? Raiva? Ódio? Já não! Já fui assim, agora não. Agora sou feliz, não preciso de sentimentos podres que corroam o meu âmago. De certa forma sou outro eu. Mas há sempre aquela sombra persistente que vive lá bem no fundo, adormecida pelo tempo, enterrada sob escombros de paz interior. Vive! Sinto o seu coração bater, embora fraco, ele está lá à espera de uma oportunidade de ressurgir e destruir tudo aquilo que a muito esforço tenho vindo a alcançar. Por mim não passará, porque hoje eu luto!"
20/12/2006
Friday, July 20, 2007
Nada
Olho o meu interior e não vejo nada, é disso que ele está repleto, precisamente nada.
Perdido no Mundo, perdido em mim mesmo e nos meus pensamentos. Cada vez é mais difícil sair deles, sair para a realidade. A dura realidade. Deve ser por isso que não aceito sair de dentro de mim mesmo, a realidade é demasiado forte para mim.
Perdi o meu “eu”, a minha força. Agora baixo a cabeça, como faz um soldado derrotado, no regresso a casa.
Preciso daquela luz que me guia na escuridão, aquela mão que me segura e não me deixa cair, aquele ombro onde posso apoiar a cabeça, fechar os olhos e sonhar. Mas não está lá, não sinto a sua presença. Fui abandonado, deixado a um canto escuro como um brinquedo cujo qual uma criança se farta.
E dói!
Dói tanto no meu interior. Destruído, desfeito em pequenos pedaços impossíveis de colar.
Assim, incapaz de viver a felicidade, caminho sozinho na minha insanidade.
06/01/2007
Perdido no Mundo, perdido em mim mesmo e nos meus pensamentos. Cada vez é mais difícil sair deles, sair para a realidade. A dura realidade. Deve ser por isso que não aceito sair de dentro de mim mesmo, a realidade é demasiado forte para mim.
Perdi o meu “eu”, a minha força. Agora baixo a cabeça, como faz um soldado derrotado, no regresso a casa.
Preciso daquela luz que me guia na escuridão, aquela mão que me segura e não me deixa cair, aquele ombro onde posso apoiar a cabeça, fechar os olhos e sonhar. Mas não está lá, não sinto a sua presença. Fui abandonado, deixado a um canto escuro como um brinquedo cujo qual uma criança se farta.
E dói!
Dói tanto no meu interior. Destruído, desfeito em pequenos pedaços impossíveis de colar.
Assim, incapaz de viver a felicidade, caminho sozinho na minha insanidade.
06/01/2007
Premonições
"Céus vermelhos, céus de guerra. Sob a penumbra da noite o corvo voa perscrutando o ambiente tenebroso. Bons presságios não estão escritos, consigo traz apenas a morte, o futuro para todos nós"
Ajuda
Ele olhou aquele homem velho demais, a sua pele cicatrizada estava cheia de marcas de centena de anos e os seus olhos brilhantes emanavam experiência, decerto que ele sabia o que o trouxera ali, talvez até conhece-se as respostas às suas perguntas.
- Velho ancião - disse ele num tom nervoso tentando manter-se firme perante aquele estranho personagem - preciso da tua ajuda.-
Eu sei meu filho - disse o velho de imediato. A sua voz era calma e transmitia paz e sossego - a resposta porém não ta posso dar, tal como tudo é um mistério perdido no meio das estrelas.
- Mas... - parou para pensar - o que posso fazer ?!
- Senta-te e esquece, deixa o tempo correr, nada tens a fazer.
E ele sentou-se seguindo os conselhos de um velho, pegou na garrafa de vodka e nela afogou as mágoas, o revólver que trazia consigo pendia-lhe no coldre à cintura à espera de um destino para a sua única bala.
07/05/2006
- Velho ancião - disse ele num tom nervoso tentando manter-se firme perante aquele estranho personagem - preciso da tua ajuda.-
Eu sei meu filho - disse o velho de imediato. A sua voz era calma e transmitia paz e sossego - a resposta porém não ta posso dar, tal como tudo é um mistério perdido no meio das estrelas.
- Mas... - parou para pensar - o que posso fazer ?!
- Senta-te e esquece, deixa o tempo correr, nada tens a fazer.
E ele sentou-se seguindo os conselhos de um velho, pegou na garrafa de vodka e nela afogou as mágoas, o revólver que trazia consigo pendia-lhe no coldre à cintura à espera de um destino para a sua única bala.
07/05/2006
Rapariga de Verão
"E lá estava ela, com os seus traços belos com os seus olhos castanhos a olhar o vazio. Era como se à sua volta emanasse uma aura de tranquilidade. Cada traço seu era iluminado por um belo Sol de Verão e reluzia juntamente com o reflexo da luz no extenso oceano à sua frente. Um sorriso desenhou-se no seu belo rosto deixando-a ainda mais bela do que antes."
28/05/2006
28/05/2006
"O que sou eu?"
“O QUE SOU EU?” Uma pergunta que cada vez mais ocupa o meu pensamento nas horas vagas. Olho-me ao espelho de novo e pergunto pela milésima vez quem é aquele cuja superfície fria reflecte à luz da grande sala. A resposta forma-se instantaneamente como que decorada dum livro que nem meia dúzia de páginas li. “Eu sou Tu” diz o meu próprio reflexo imitando o meu “eu” real.
A minha vida deu uma volta de 180º de uma forma instantânea, já sei o que sou, aliás, será que alguma vez soube? Algo dentro de mim pulsa por liberdade, mas no entanto está adormecido, julgo que seja o meu subconsciente a tentar acordá-lo e libertá-lo.
Enquanto isso, desesperado, procuro respostas, aceitar este dom ou declinar esta maldição? Por mais que me decida não valerá a pena, só um caminho poderá ser percorrido. Já vi quem o tentasse contornar, de nada serviu, não morreram mas também não ficaram muito melhor. Terei de seguir o caminho, o MEU caminho, sem o contornar, mas aí terá as minhas regras, não serei um escravo do meu demónio, mas sim o seu dono. Não viverei acorrentado nem subjugado, viverei a minha vida e farei uso da minha alma para o melhor que posso. Que a Deusa me proteja.
13/10/2006
A minha vida deu uma volta de 180º de uma forma instantânea, já sei o que sou, aliás, será que alguma vez soube? Algo dentro de mim pulsa por liberdade, mas no entanto está adormecido, julgo que seja o meu subconsciente a tentar acordá-lo e libertá-lo.
Enquanto isso, desesperado, procuro respostas, aceitar este dom ou declinar esta maldição? Por mais que me decida não valerá a pena, só um caminho poderá ser percorrido. Já vi quem o tentasse contornar, de nada serviu, não morreram mas também não ficaram muito melhor. Terei de seguir o caminho, o MEU caminho, sem o contornar, mas aí terá as minhas regras, não serei um escravo do meu demónio, mas sim o seu dono. Não viverei acorrentado nem subjugado, viverei a minha vida e farei uso da minha alma para o melhor que posso. Que a Deusa me proteja.
13/10/2006
Faz valer apena
Podes sorrir, mas não és feliz.
Podes voar, mas o vento que sentes passa por ti como se nada fosse.
Estás distante, o teu corpo pode estar aqui, mas a tua alma, aquilo que te agarra a este Mundo está além de tudo o resto. As lágrimas escorrem-te pela cara caindo no vazio do negro que agora te rodeia. Estás perdido e sem saber para onde ir, tudo à tua volta é um enorme vácuo, sentes os pulmões a apertarem-se com a falta de ar e então cais numa queda de morte. Mas cais na luz branca, aquela que te salva, ou pelo menos assim pensas. Mas já é tarde.
A tua hora chegou!
Fechas os olhos com um sorriso sabendo que ao menos partes com consciência de que valeu a pena. E será que valeu mesmo?!
19/12/2006
Podes voar, mas o vento que sentes passa por ti como se nada fosse.
Estás distante, o teu corpo pode estar aqui, mas a tua alma, aquilo que te agarra a este Mundo está além de tudo o resto. As lágrimas escorrem-te pela cara caindo no vazio do negro que agora te rodeia. Estás perdido e sem saber para onde ir, tudo à tua volta é um enorme vácuo, sentes os pulmões a apertarem-se com a falta de ar e então cais numa queda de morte. Mas cais na luz branca, aquela que te salva, ou pelo menos assim pensas. Mas já é tarde.
A tua hora chegou!
Fechas os olhos com um sorriso sabendo que ao menos partes com consciência de que valeu a pena. E será que valeu mesmo?!
19/12/2006
Continuação para a noite
Noite ... Fria como o meu coração, escura como a negridão dos tempos, silenciosa e leve como uma assassina. Noite, onde tudo pode acontecer, jovens dançam em discotecas, outros apanham uma bebedeira no bar mais próximo, tudo isto à noite onde dois corpos nús se unem formando apenas um numa demonstração plena de amor.
E lá no alto a lua brilhante como prata olha por todos no silêncio gelado do céu observada por casais que aproveitam o momento, por astrónomos com os seus telescópios que tentam encontrar mais uma estrela na infinidade do universo, por mim enquanto fumo um cigarro ao relento.
Um olhar menos atento não veria o fio de água salgada que descia a minha face vindo dos meus olhos e rumando em direcção dos meus lábios. Olho a lua com atenção como que hipnotizado pelo seu esplendor sem ligar nenhuma aos insectos noctívagos que me passam à frente dos olhos. O cigarro apaga-se chegando à beata, morreu na minha mão.
Morte, algo superior a nós à qual não podemos fugir nem esconder, porque em qualquer altura morreremos, é esse o ciclo da vida. Sento-me no chão vagarosamente de pernas cruzadas, o meu cabelo levanta ligeiramente ao vento que se faz sentir. Acordo por instantes olho para a mão e para a beata deitando-a fora, a minha posição sentada rapidamente passa para uma posição deitada, nisto a lua sai do meu campo de visão dando lugar às estrelas, aqueles pequenos pontos brilhantes pintados num manto negro.
Sinto os meus olhos pesados, a última coisa que vejo é uma estrela cadente caindo por fim num sono profundo esperando um sono eterno.
15/10/2005
E lá no alto a lua brilhante como prata olha por todos no silêncio gelado do céu observada por casais que aproveitam o momento, por astrónomos com os seus telescópios que tentam encontrar mais uma estrela na infinidade do universo, por mim enquanto fumo um cigarro ao relento.
Um olhar menos atento não veria o fio de água salgada que descia a minha face vindo dos meus olhos e rumando em direcção dos meus lábios. Olho a lua com atenção como que hipnotizado pelo seu esplendor sem ligar nenhuma aos insectos noctívagos que me passam à frente dos olhos. O cigarro apaga-se chegando à beata, morreu na minha mão.
Morte, algo superior a nós à qual não podemos fugir nem esconder, porque em qualquer altura morreremos, é esse o ciclo da vida. Sento-me no chão vagarosamente de pernas cruzadas, o meu cabelo levanta ligeiramente ao vento que se faz sentir. Acordo por instantes olho para a mão e para a beata deitando-a fora, a minha posição sentada rapidamente passa para uma posição deitada, nisto a lua sai do meu campo de visão dando lugar às estrelas, aqueles pequenos pontos brilhantes pintados num manto negro.
Sinto os meus olhos pesados, a última coisa que vejo é uma estrela cadente caindo por fim num sono profundo esperando um sono eterno.
15/10/2005
Memórias
Memórias... Tantas que me passam à frente dos olhos ao olhar o horizonte, aguardando algo que nunca mais chega e que já me parece uma ilusão. Por algo ou por alguma coisa espero, o quê? Não sei! Sigo o que o meu coração me diz embora já tudo me pareça mentira, estou aqui à tanto tempo, o suficiente para me esquecer de há quanto e nem do passado me recordar. Levanto-me calmamente e viro as costas, o Sol já se escondia quase totalmente por detrás da linha horizontal que a vista alcançava. Olho o céu, as primeiras estrelas apareciam no azul, cada vez mais escuro, que à medida que o tempo passava se tornava mais tenebroso, atrás de mim ficava o que aguardava e principalmente as memórias que eram algo que neste momento só me ocupavam a cabeça. Virei costas ao Sol, às memórias, caminhando para as trevas, caminhando para a noite.
14/10/2005
14/10/2005
Mundo parado
E naquele momento o mundo parou, a chuva já não caía, o vento já não soprava, acabara de ver o seu futuro e nele o fim do seu sonho. Um sonho que no seu íntimo sempre desejou viver e que agora, cada vez mais, caminhava para a perdição. O Mundo já não era o mesmo, as estrelas perdidas na imensidão da noite já não tinham o seu brilho e esplendor, as flores haviam perdido o seu perfume e as suas brilhantes cores, a terra parara de girar. No fundo, sentira até que o seu coração havia parado. Sentia a morte apoderar-se dele, os seus olhos fixavam a rua ficando com a vista cada vez mais turva, o seu corpo tombou no chão molhado pela chuva, inerte, um último sopro de vida saíu da sua boca subindo pelo céu numa forma de nuvem de vapor de água, acariciando as estrelas num abraço eterno.
27/12/2005
27/12/2005
Liberdade
"Perante a lua cheia ele olhava o horizonte. A leve e fria brisa da meia-noite arrepiava-lhe os pelos dos braços, porém ele não ligava. Olhou então para o céu fixando o seu olhar na lua, grande e brilhante, ideal para uma noite romântica dos mais lamechas, mas ele já não sabia o que era romantismo. Ódio, raiva, vingança, sentimentos que nele haviam sido inseridos pelo tempo e experiência e que de certa forma o fizeram crescer, embora preferisse ser o puto inconsciente que até então era, bastava-lhe apenas não cometer o mesmo erro, apaixonar-se de novo, e ele sabia que isso não iria acontecer, era ainda muito cedo para tal, queria viver a vida, ser livre como o mocho que caça na penumbra da noite. Nascera para ser livre e isso continuaria a ser, andando por aí, esperava a sua hora cheirando a liberdade como um lobo"
23/04/2006
23/04/2006
Nevoeiro
"Por entre o nevoeiro uma figura pálida e triste olhava-o, na sua cara podiam-se ver lágrimas tão fantasmagóricas quanto ela. Mais uma vez observava o nascer do Sol, porém este era diferente de todos já vistos, era como se o pudesse agarrar e sentir por entre as suas mãos agora já sem substância. Agora ela era um fantasma no mundo dos mortais. Aprisionada e perdida na imensidão do mundo. Seria aquilo que os humanos chamavam limbo? Seria para ali que as almas que não pertenciam nem ao céu nem ao inferno iam? Destinadas a vaguear naquele mundo que já não podiam sentir nem abraçar? Mil perguntas continuavam a vir-lhe a cabeça mas não tinha quem lhe respondesse. Agora era apenas como aquele nevoeiro, algo frio, intenso e mesmo assim não podia ser abraçada, apenas o frio da sua imagem podia ser sentido no coração de alguém. Mais uma lágrima de um brilho cristalino desceu pela sua face, então, partiu para sempre daquele lugar, à procura de respostas, desvanecendo-se à medida que saía do meio das nuvens que encobriam a floresta, porque nada mais importava, apenas queria uma simples resposta.
12/05/2006
12/05/2006
Ninguém
"-Ninguém - disse ele com os seus olhos cinzentos e vazios a fitar o nada - Não sou nada nem ninguém, apenas um caminhante da vida.
O jovem rapaz olhou aquele velho desgrenhado, com roupas sujas de poeira e rotas pelo tempo. Sinais de quem já muito havia aprendido da vida e a sua cara, o seu rosto marcado pelo calor e pelo gelo, parecia que ansiava por ensinar tudo o que aprendera a vida inteira
-E donde vens ? - inquiriu mais uma vez o rapazinho loiro.
-De lado nenhum - disse o velho sorrindo por detrás da longa barba prateada
- E é para lá que me dirijo - completou
-E onde fica isso ?
-Não sei!
-Como podes não saber se é para lá que vais?
–Perguntou o rapaz com uma cara desconfiada e incrédula, talvez até assustada por tão estranha resposta.
-Apenas sei onde fica - disse recomeçando a caminhar lentamente apoiado no bordão de madeira de carvalho.
O jovem rapaz olhou por instantes as suas costas a afastarem-se lentamente e então correu para apanhar o velho quem quer que ele fosse e para onde quer que ele fosse, iria descobrir."
O jovem rapaz olhou aquele velho desgrenhado, com roupas sujas de poeira e rotas pelo tempo. Sinais de quem já muito havia aprendido da vida e a sua cara, o seu rosto marcado pelo calor e pelo gelo, parecia que ansiava por ensinar tudo o que aprendera a vida inteira
-E donde vens ? - inquiriu mais uma vez o rapazinho loiro.
-De lado nenhum - disse o velho sorrindo por detrás da longa barba prateada
- E é para lá que me dirijo - completou
-E onde fica isso ?
-Não sei!
-Como podes não saber se é para lá que vais?
–Perguntou o rapaz com uma cara desconfiada e incrédula, talvez até assustada por tão estranha resposta.
-Apenas sei onde fica - disse recomeçando a caminhar lentamente apoiado no bordão de madeira de carvalho.
O jovem rapaz olhou por instantes as suas costas a afastarem-se lentamente e então correu para apanhar o velho quem quer que ele fosse e para onde quer que ele fosse, iria descobrir."
"Oh meu querido anjo negro, nos teus olhos ferve uma raiva vermelha incontrolável, o teu toque queima com tanto ódio, o teu sorriso insano esconde uma mente sádica... Ooh, o que te fizeram eles?! Diz-me! Ohh meu querido, como a tua existência é amaldiçoada! Como estás condenado a vaguear pelo nada, sem destino e sozinho."
-Palavras de quem um dia amou um anjo que caíu-
-Palavras de quem um dia amou um anjo que caíu-
Dá-me corda!
"Dá-me corda! Dá-me vida de novo! Conserta-me! Estou preso num corpo inanimado, a mola está partida, os fragmentos da minha alma anseiam por se movimentarem assim como o meu corpo enferrujado pelo tempo. Conserta-me com a tua força, com o teu engenho. Preciso disso. Preciso de cola, mas questiono-me, terás cola para mim?! Será suficientemente forte?! Ou não passa de um pedaço de pastilha elástica para remediar e mais tarde ou mais cedo partir de novo?!·
Dá-me corda mais uma vez!·
Faz o meu corpo mover-se, respirar. Faz o meu coração pulsar de novo. Quero tocar a terra, sentir o aroma das flores a passar-me pelo nariz, quero tocar nas rochas e sentir a sua superfície rugosa nas pontas dos dedos. Quero sentir de novo a vida a percorrer-me o corpo, o sangue a ser bombeado através das minhas veias. Estou parado há muito tempo...·
Dá-me corda!!"
26/12/2006
Dá-me corda mais uma vez!·
Faz o meu corpo mover-se, respirar. Faz o meu coração pulsar de novo. Quero tocar a terra, sentir o aroma das flores a passar-me pelo nariz, quero tocar nas rochas e sentir a sua superfície rugosa nas pontas dos dedos. Quero sentir de novo a vida a percorrer-me o corpo, o sangue a ser bombeado através das minhas veias. Estou parado há muito tempo...·
Dá-me corda!!"
26/12/2006
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